Segundo
estatísticas feitas pelo Ministério da Saúde em parceria com a Organização
Mundial da Saúde (OMS), o Brasil é um pais que detém um índice de morte por
doenças cardiovasculares alarmantes, segundo o site do Dr.
Drauzio Vallera: “O
Brasil não escapa dessa realidade. Primeiro, porque as pessoas estão vivendo
mais; segundo, por causa do estilo de vida que levam”.
O
clima predominante, tropical, contribui para a facilidade em desenvolver
problemas como doenças do aparelho circulatório, mas a intenção não é
aprofundar em AVE (acidente vascular encefálico), caso lhe ocorra esse
pensamento, mas sim nas indústrias de bebidas como fator para alavancar o que
chamamos de doenças modernas e o estilo de vida que levamos.
Devido
à vida agitada nos grandes centros urbanos ao sedentarismo, estresse,
alimentação desregrada o consumo exacerbado de fumo e bebidas alcoólicas. Os
grandes centros de saúde estão lotados de pessoas que deveriam buscar orientação
no PSF (Posto de Saúde Familiar), mas resistem ao sistema preventivo oferecido
pelo PSF e continua presa ao método de medicina curativa, sustentando o estilo de
vida atual que é amplamente criticado e discutido em palestras da área de saúde
em todo território brasileiro e mundo afora, exemplificando, a que aconteceu no
dia 24/10/2012 no Certto Telecom a palestra “Abandono de Hábitos que prejudicam
a Saúde” ministrada pelo colaborador e fundador da UOPECCAN, Sr. Wilson
Riedlinger.
O
consumo de bebidas é excessivo principalmente nos estados de Rio de Janeiro,
São Paulo e Recife que pelo aquecimento do mercado de bebidas no Brasil a
empresa Britânica Diageo exportadora do renomado uísque escocês Johnnie Walker
tem focado a atenção ao mercado brasileiro.
O
consumo excessivo de energéticos tem chamado à atenção, pois causam ritmia principalmente
em sujeitos que já apresentaram ou apresentam complicações cardíacas. Muitas vezes
levando a morte súbita oferece risco a sujeitos com 50 anos ou acima, pois lhes
proporciona desempenho físico anormal.
Mas
como sabemos a bebida alcoólica também trás benefícios como exemplo citado no
site Dr.
Drauzio Vallera “Adib
Jatene – Essa é uma discussão que tem despertado grande interesse. Hoje, a
tendência é considerar que está mais protegido quem ingere bebida alcoólica
moderadamente. Principalmente se a bebida for vinho tinto. Existem algumas
demonstrações indiretas desse benefício. Por exemplo, os franceses ingerem
muita gordura, mas bebem vinho e apresentam baixo índice de infarto.
A respeito desse assunto, no Incor,
Prof. Protásio Lemos da Luz realizou um trabalho com coelhos alimentados com
dieta hipercolesterolêmica. Dividiu-os em dois grupos e somente a um deles deu
vinho tinto. Depois, observou o que aconteceu na aorta desses animais. Os que não
tomaram vinho tinham índice de aterosclerose muito maior do que os que aqueles
que tinham ingerido essa bebida.”.
Observando
também o que diz Denise De Micheli, professora do Departamento de Psicobiologia
da Universidade Federal de São Paulo, a Unifesp: "Uma pequena dose de
álcool não é prejudicial, desde que não haja gravidez nem problemas como o
diabete e doenças do coração".
Portanto
a saúde depende da equipe multiprofissional empenhada na integralidade focando
a saúde familiar para sensibilizar a cultura atual adicionando ao cotidiano das
pessoas o habito alimentar saudável. Pois a obesidade infantil associada ao
sedentarismo é também fruto dessa modernidade, que desponta graças ao aumento
do poder econômico da chamada classe C.
Recentemente
temos observado o Ato médico (PLS nº 268/2002) ir de encontro com essa lógica,
tanto que a frente dos conselhos de profissionais da área da saúde (FCPAS) –
Conselhos Federais de Psicologia (CFP), Fisioterapia e Terapia Ocupacional (COFFITO),
Biomedicina (CFBM), Biologia (CFBIO), Enfermagem (COFEN), Farmácia (CFF),
Fonoaudiologia (CFFa), Óptica e Optometria (CBOO) e Assistência Social (CFESS)
lutam para sensibilizar os profissionais que atuam no
campo da saúde e principalmente a população que usufrui dos serviços oferecidos
tanto pela rede publica(SUS) quanto as particulares, para possíveis
deficiências que o sistema de saúde vigente no Brasil possa sofrer devido a
aprovação de tal ato.
Agradecimentos: Jacir Marques , Dayane Araujo Pereira e Manoel Vidigal .




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